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Antes de ser chamado de Brasil, este país já foi chamado de “Terra dos Papagaios”. Às vezes, penso que esse deveria continuar sendo o nome deste país, com certeza, faria jus à população em gera que (como papagaios) está sempre repetindo o que ouve (e lê) nas redes sociais, internet, sem averiguar fontes e veracidades das postagens. A internet pode até ser em outro país rede de informação, mas na “terra dos papagaios” rede de desinformação e desconstrução

A escola de samba Beija Flor está em todas as manchetes da imprensa não apenas pelo título, mas pelo enredo que homenageou a Guiné Equatorial uma ditadura que persegue a imprensa, tortura e fuzila qualquer um que se opõe ao regime. Apesar de ser um dos países mais rico da África sua população, no entanto, mergulha na miséria, além do tráfico de pessoas, violação de direitos humanos e outras mazelas. Contudo, as questões que se pode levantar são: Porque a Beija Flor rejeitaria 10 Milhões de dólares doados pelo ditador da Guiné se o governo brasileiro mantém relações diplomáticas e comerciais com a Guiné e que esteve presente na posse do ditador após ter dado um golpe de estado? Porque a imprensa brasileira não teceu críticas antes e apenas agora que a escola foi campeã? Ora, deixemos de hipocrisia em um mundo capitalista onde bicheiros e traficantes patrocinam escolas de samba e onde todos usufruem desse glamour querer agora, e não antes,falar de ética, indignação e moralismo chinfrim não é nada politicamente correto.

Fórum Econômico Mundial
Semana passada uma dessas jornalistas do Globonews “metida” a expert em economia afirmou que estava “chocada”, “espantada”, ao saber que Dilma não iria ao Fórum e sim à posse do Evo Morales.
Hilário! Grande fórum! Além dos belos Alpes Suíços muito pouco contribui para economia mundial. Aliás, há mais erros do que acertos nos prognósticos dos gurus da economia presentes. Nos últimos anos as previsões desses gurus oscilaram e as falhas foram gritantes como as crises gêmeas na zona do Euro e no setor bancário contudo sinalizaram tensões globais como o acesso à agua e os problemas de segurança na Internet. Além disso só muito blá, blá, etc.

Brasil vesus Indonésia

absurdo o governo brasileiro querer retaliar a Indonésia pela execução do traficante, o governo esquece que sairá perdendo nisso tudo é o Brasil. Outro absurdo é a ONU exigir que a Indonésia pare com a pena de morte alegando que fere os direitos humanos. Sendo assim porque a ONU não exige que os EUA faça o mesmo já que se diz ser a maior democracia do mundo

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Podemos até não concordar com a filosofia Marxista, mas não podemos negar que Marx tem razão ao afirmar que a ‘Religião é o ópio do povo”, (uma citação da Crítica da Filosofia do Direito de Hegel obra publicada em 1844)

Segundo, Marx era senão uma expressão racionalista de sua época, produto de uma série de questionamentos ao domínio religioso na educação, ciência, cultura etc., que começa a partir do Renascimento e tem seu pico com o Iluminismo, quando pensadores ingleses, a partir de 1680, trazem à tona novas críticas à Igreja. Na verdade, grande parte dos pensadores – ingleses, alemães, franceses – reproduzem em suas análises uma insatisfação popular, em resposta ao obscurecimento medieval e absolutista da Igreja Católica. A Revolução Francesa (1789) foi uma das expressões iluministas e que ocorreu em face de um repúdio aos privilégios do clero que, à época, compunha o primeiro estado, seguido pela nobreza, que constituía o segundo estado.

Contudo, a religião continua sendo ‘o ópio do povo’ ainda muito mais relevante em todo o mundo. O fundamentalismo religioso continua influenciando política e economia, vejamos, por exemplo, os EUA considerados a maior democracia do mundo são fortemente influenciados em suas decisões políticas pelos fundamentalistas protestantes. Se alguns direitos na sociedade americana já foram alcançados é devido os EUA não ser uma República Federativa e sim República de Estados Unidos.

No Brasil, apesar da Constituição rezar que é um país laico a bancada parlamentar evangélica têm ‘derrubado’ projetos que vão de encontro com seus interesses doutrinários. Em todos os continentes esse fundamentalismo religioso é cada vez mais patente. E querer separar religião desses movimentos políticos do terror como pregam alguns líderes mundiais é ‘tapar o sol com a peneira’.

O mundo já sofreu e continua sofrendo com esse ‘vício’ cada vez mais insuperável, mesmo quando aparentemente esses conflitos religiosos parecem terem sido amenizados os traumas decorrentes continuam provocando vítimas como no caso da Irlanda do Norte. Semelhantemente no Oriente entre Palestinos e Judeus. Na Idade Média a Igreja promoveu cruzadas para ‘tomar’ Jerusalém dos Árabes sem sucesso provocando marcas profundas e até hoje os efeitos dessas cruzadas se fazem  presente no terrorismo islâmico que parecem promover uma nova cruzada contra o Ocidente.

A realidade é que o fundamentalismo religioso é mais forte que a morte e para defender seus preceitos são capazes de qualquer coisa, e isto não se refere apenas ao Islamismo, mas também ao Judaísmo e Cristianismo ou qualquer outro segmento religioso. Os valores humanos, perdem importância quando está em ‘jogo’ o dogmatismo, a fé cega, irracional e perversa e tudo isso em nome de Deus.

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Je sui Charlie! Sim, somos todos Charlie porque somos todos contra reações exageradas como forma de protestar como as dos muçulmanos terroristas contra o semanário francês Charlie Hbdo. Concordo sim que todos têm direitos de opinar e protestar contra qualquer coisa que não lhe agrade ou fira seus valores sejam éticos, morais e religiosos até porque segundo a Lei de Newton “a toda ação há sempre uma reação oposta e de igual intensidade”, só que no caso do Charlie a intensidade foi exageradamente cruel. A intolerância religiosa cada vez mais relevante no mundo já se tornou uma nódoa irreparável no desenvolvimento das relações humanas. Apesar de sermos contra censurar a liberdade de imprensa é mister ressaltar que a imprensa também não pode com a justificativa de”não censura” usar desse mecanismo para publicar qualquer coisa, muitas vezes, sem responsabilidade e respeito com o outro. Direitos são para todos. No Brasil há um grupo de humoristas “Portal de Fundos” que costumam satirizar cristãos de forma absurda, contudo os protestos contra esse grupo continua ainda no âmbito jurídico. A intolerância religiosa deve ser banida por todos: Imprensa, religiosos enfim a sociedade como um todo.

EM 1614: ÍNDIO GAY!

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Uma campanha pela canonização daquele que pode vir a ser São Tibira do Maranhão será aberta pelo
 O Grupo Gay da Bahia (GGB)  começa uma campanha pela canonização daquele que pode vir a ser São Tibira do Maranhão será aberta pelo  entidade alega que o índio tupinambá Tibira seria o “primeiro mártir gay das Américas”.

A iniciativa é do antropólogo e historiador Luiz Mott, fundador do GGB, que  lançou nesta  terça (dia 16), o livro São Tibira do Maranhão, 1614-2014, Índio Gay Mártir, junto com o cordel Tibira do Maranhão: Santo Homossexual, da cordelista e doutora da Ufba Salete Maria.

O martírio do índio é descrito pelo frei capuchinho francês Yves d’Evreux no seu livro História das Coisas Mais Memoráveis Acontecidas no Maranhão nos Anos de 1613 e 1614. Após se instalarem no Maranhão, os franceses, liderados pelo frade capuchinho, foram informados da existência de um famoso Tibira, termo da língua tupi que designa índios homossexuais. Mott lembra que na época a sodomia era considerada pela cristandade “o mais torpe, sujo e desonesto pecado”.

Para evitar um temido castigo divino e aterrorizar eventuais futuros amantes do mesmo sexo, diz o antropólogo, ordenaram os capuchinhos a captura e prisão do índio gay, “que foi sumariamente julgado, batizado e condenado à morte”.
“Estouraram o Tibira, amarrado na boca de um canhão, ao pé do Forte de São Luís, caindo seu corpo estraçalhado na baía de São Marcos, para limpar a nova conquista do abominável e nefando pecado de sodomia”, diz Mott, definindo a execução: “Arbitrária e sem autorização do papa ou da Inquisição”, sendo descrita e justificada pelo missionário em seu livro.
Antes da ordem de sua morte, Yves d’Evreux batizou o índio com São Dimas, “o ‘bom ladrão’, perdoado por Jesus no Calvário”. O GGB resolveu lembrar o 4º centenário da execução com o lançamento da campanha pela canonização. Como estratégia, está “exigindo” o pedido de perdão público, pelo superior geral da Ordem dos Capuchinhos de Roma, por esse “abuso fundamentalista, já que os missionários não tinham autoridade para condenar à morte os sodomitas (gays)”.

O grupo requer, igualmente, que o governo do Maranhão e a prefeitura de São Luís “construam um monumento em homenagem ao mártir gay tupinambá no local da execução: na confluência da atual Rampa do Palácio com a Avenida Beira Mar”.

Por fim, “visando resgatar a heroicidade do primeiro mártir gay indígena brasileiro, vítima da homofobia religiosa”, o GGB enviou ofício à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil solicitando que interceda junto ao Vaticano pela abertura de processo de canonização de Tibira do Maranhão.

O grupo alega o precedente do “bom ladrão”, que, “apesar de seu passado pecaminoso, Jesus o perdoou garantindo-lhe um lugar, como santo, no céu. O mesmo ocorreu com esse índio gay maranhense, que, ao ser executado, como garantiu seu juiz e executor, o capuchinho Yves Évreux, ‘sua alma imortal foi levada pelos anjos ao céu, pois morreu logo depois do batismo, certeza infalível da salvação daquele a quem Deus concedeu tal graça, tão rara como o arrependimento do “bom ladrão” na cruz, a quem Jesus prometeu: Hoje estarás comigo no Paraíso!'”.

Os gays baianos conclamam a Fundação Nacional do Índio e associações de povos indígenas do Brasil “para que encampem essa campanha, para que a Igreja Católica eleve Tibira aos altares, como mártir, já que foi executado devido à homofobia e ao etnocentrismo europeu-cristão, considerando que a homossexualidade masculina e feminina era fartamente praticada e respeitada entre todos nossos povos nativos, embora contemporaneamente seja discriminada, sobretudo nas aldeias e culturas que foram convertidas ao fundamentalismo cristão”.

A iniciativa do GGB procura também chamar a atenção para as execuções que continuam a vitimar os homossexuais no Brasil contemporâneo: “50% dos assassinatos de LGBT do mundo ocorrem no nosso país, um “homocídio” a cada 28 horas. Um total de 284 crimes homofóbicos somente neste ano”, informa o GGB.

 

É isso ai….

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    Quase 25% dos brasileiros dirigem após consumir bebida alcoólica , diz IBGE

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